Guia de Referenciação Bibliográfica

 

Download versão para impressão em pdf

 

Guia de Referenciação Bibliográfica da ESG
A Escola Superior Gallaecia, procurando consolidar o caminho de exigência e qualidade na produção e transmissão de saber cultural e científico, vem colocar à disposição de estudantes e docentes este Guia de Referenciação e Citação, como instrumento auxiliar para a produção dos seus trabalhos académicos.
É um guia que se baseia nas actuais normas em vigor em Portugal, a Norma Portuguesa NP 405.
A utilização deste guia, não dispensa a consulta dessas normas.

A que nos referimos quando falamos de referenciação?
Trata-se de tornar explícito num trabalho qual é a proveniência (ou de quem é a autoria) das ideias que utilizamos para produzir esse mesmo trabalho.
Na generalidade, as “nossas” ideias são, na verdade, formadas a partir de ideias ou produções de outros autores, que reconhecemos como válidas na formação ou sustentação das nossas próprias perspectivas sobre as coisas. Assim, as nossas ideias baseiam-se numa rede de ideias próprias e de outros. Esse é um processo natural ao ser humano, e é a essência da formação da cultura.
Então, quando falamos de referenciação, estamos a tratar de tornar visível e reconhecível parte dessa “rede” de trocas de ideias, que estão na base da formação das nossas ideias, de “novas” ideias e de ideias mais objectivas. Nesta medida, a referenciação trata-se, portanto, de procedimentos que levam a reconhecer a formação, transmissão e utilização de ideias enquanto actos humanos, colectivos e culturais.

Porquê um Guia de Referenciação?
Directamente associadas à vontade desta escola de desenvolver um trabalho científico qualificado, duas razões essenciais justificam a preocupação de promover o cuidado na referenciação: em primeiro lugar, por razões éticas; em segundo lugar pelas razões que estão na base da formação de uma sólida e verdadeira cultura e ciência.

Ética
As razões éticas para o cuidado da referenciação são facilmente compreensíveis: se formamos as nossas ideias e perspectivas a partir do desenvolvimento ou contraposição de ideias e perspectivas de outros, devemos afirmá-lo por Verdade - uma vez que é verdade que é assim que se formam as nossas ideias próprias; devemos também afirmá-lo por Respeito devido aos outros autores que trabalharam ou pensaram determinado assunto, sobre o qual nos debruçamos, seguindo as suas ideias, desenvolvendo-as ou criticando-as.

Cultura, ciência, subjectividade e objectividade
O ser humano é, em muitos e essenciais aspectos, um ser social. Isto é: cada indivíduo forma-se e carece do convívio com o outro, e nessa medida, as ideias próprias, individuais, são em certa medida, e naturalmente, “alimentadas” pelas ideias trocadas com outros. É nessa troca e alimentação recíproca de ideias, que se baseia essa manifestação humana que é a Cultura. A Ciência e a Cultura são na verdade, o conjunto de ideias, concepções e modos de proceder que se encontram, são reconhecidas e aceites num determinado espaço colectivo.
Aceites e tomadas para si pelo indivíduo que reconhece a sua validade e aceitação por um número alargado de outros, essas ideias escapam à subjectividade e tornam-se gradualmente mais objectivas. Quanto maior aceitação colectiva têm, menos subjectivas serão, e portanto, maior valor científico apresentam.

A referenciação num trabalho
A referenciação das fontes que se utilizaram para um trabalho compõe-se de dois procedimentos: 1. Citações e referências no corpo do texto; 2. índices de bibliografia no final do trabalho ou dos capítulos de um trabalho

1. Citação no corpo do texto. Um exemplo:

Mas a Arquitectura, que seria usada como “o domínio artístico que melhor vocacionado estava para  exprimir a aptidão concretizadora do poder e figurar o seu imaginário” (Jorge do Ó, 1999, p. 174), viria a ser incluída na estratégia de definição de uma retórica cultural do regime pela “consagração” através de prémios, apenas no final da década de 1950 quando já sob direcção de José Manuel da Costa, foi instituído o Prémio Nacional de Arte.

Nota: A forma de citação de outros autores no corpo do texto, pode, para além deste exemplo,
apresentar-se de várias formas que seguidamente se apresenta.

2. Índices e listas bibliográficas a colocar no fim do trabalho ou dos respectivos 
capítulos. Um exemplo:

Bibliografia Geral
BANDEIRINHA, José António O. – Quinas vivas. Porto: Faup publicações, 1996. ISBN 972-9483-15-9.

Ó, Jorge Ramos do – Os anos de ferro : o dispositivo cultural durante a “política do espírito”. Lisboa : Estampa, 1999. ISBN 972-33-1492-4.

FERNANDES, José Manuel – Arquitectura Portuguesa : temas actuais II. Lisboa : Livros Cotovia, 2005. ISBN 972-795-127-9.

LINO, Raul – Casas Portuguesas. 10.ª ed. Lisboa : Livros Cotovia, 1992. ISBN 972-8028-25-3.

MARQUES, A. H. de Oliveira – História de Portugal. 10.ª ed. Lisboa : Palas editores, 1984. vol. 1., 2 e 3.

PORTAS, Nuno; MENDES, Manuel – Portogallo : architettura, gli ultimi venti anni. Milão : Electa, 1993. ISBN 88-435-3567-6.

Nota: Também no que respeita às listas e índices de bibliografia consultada e citada na elaboração de um trabalho científico, vários aspectos devem ser tidos em consideração. Esses aspectos serão apresentados mais à frente neste guia.

Citações no corpo do texto
Em geral, nas citações no corpo do texto - que tratando-se de transcrições surgirão sempre entre aspas - inclui-se o último nome do(s) autor(es), o ano de publicação e a página da publicação de onde se recolheu o texto ou a ideia original. Estas indicações estão relacionadas com a informação que surge na listagem das obras consultadas e que consta do índice bibliográfico do trabalho, conforme exemplificamos a seguir.

Vejamos um exemplo de citação:
Naquele tempo os factores pareciam favorecer a demarcação política do território.
“O seu povo falava a mesma língua. Era um Estado lógico, possível. Possuía coesão bastante para durar e para resistir [...] O Sul de Portugal era terra de fronteira, mais fracamente colonizada” (Marques, 1985, p. 89-90).

MARQUES, A. H. de Oliveira – História de Portugal. 10.ª ed. Lisboa : Palas editores, 1984. vol. 1.

a) Se o nome do autor aparece no texto, deve ser seguido do ano de publicação e da página entre parêntesis.

Exemplo:
Esta convulsão (na maior parte das vezes) surda e interna, conjuntamente com todas as oposições e contradições a que atrás nos referíamos, deu origem a um panorama construído durante a segunda metade do séc. XX, que leva a que hoje tenhamos de dizer como Manuel Taínha (2005, p. 164) que “deixamos para trás um milénio de beleza e de terror”.

b) Se o nome do autor não aparece no texto, deve conter o apelido do autor, o ano de publicação e o ou os números das páginas citadas.

Exemplo:
Para além da miscigenação Ibérica Portugal é o resultado de uma acumulação de diversos sistemas dentro do seu próprio território, “no entanto, neste jogo que o identifica, o processo da arquitectura portuguesa tem uma estranha serenidade que permite uma sua clara e tranquila leitura, pelo menos até ao percurso angustiado do romantismo” (Alves Costa, 2005, p. 207).

c) Se o texto for uma co-autoria de vários autores deve citar-se da seguinte maneira:

Exemplo para dois autores: (Milheiro e Neves, 2001)
Exemplo para três autores: (Costa, Neves e Taínha, 2002)
Exemplo para mais de três autores: (Milheiro et al., 1998)

Nota: A expressão et al. tem de aparecer obrigatoriamente em itálico. Nas referências bibliográficas que encerram o trabalho a expressão et al. pode ser substituída pelos nomes dos autores a que se refere.

d) Quando se cita um autor a partir do texto de outro autor deve recorrer-se à expressão latina apud ou, em alternativa, à expressão in. Exemplo:
Os novos movimentos sociais no México dos anos 90 "converteram-se em mecanismos de legitimação de novas classes dirigentes" (Carrizo in Massé, 1998, p. 46).

Citações curtas e longas
As citações curtas (até 3 linhas) devem ser colocadas no corpo do texto entre aspas. As citações longas (mais de 3 linhas) devem constituir um parágrafo único, recuado cerca de 1cm em relação às margens esquerda e direita do texto, devendo o espaçamento das linhas ser menor, ou colocado em itálico, podendo ou não estar colocadas entre aspas. Exemplos:

Citação Curta

Mas a Arquitectura, que seria usada como “o domínio artístico que melhor vocacionado estava para exprimir a aptidão concretizadora do poder e figurar o seu imaginário” (Jorge do Ó, 1999, p. 174), viria a ser incluída na estratégia de definição de uma retórica cultural do regime pela “consagração” através de prémios, apenas no final da década de 1950 quando já sob direcção de José Manuel da Costa, foi instituído o Prémio Nacional de Arte.

Citação Longa

Este território e a forma como foi ocupado na reconquista não apenas marcaram fortemente os princípios da natureza particular da arquitectura portuguesa que se estenderia mesmo para além fronteiras, como, paradoxalmente explica a diferença cultural Norte-Sul. Com efeito o território a Norte do Douro que embora separado politicamente da Galiza, com esta região

“partilhava a maioria das condições geográficas, mostrava-se um país bastante homogéneo na sua parte fundamental, no que dizia respeito a clima, vegetação, características do solo, tipos e formas de povoamento humano, propriedade e tradição religiosa, política e administrativa. O seu povo falava a mesma língua. Era um Estado lógico, possível. Possuía coesão bastante para durar e para resistir [...] O Sul de Portugal era terra de fronteira, mais fracamente colonizada” (Oliveira Marques, 1985, p. 89-90).
A importância política e, portanto económica, aliada à homogeneidade cultural desta região bem como à estabilidade e segurança oferecida pela barreira natural do rio Douro e a sua primeira linha de fortificações, permitiram que também a arquitectura religiosa e civil viesse a poder concretizar-se com significado, fixando o clero e a nobreza que tinham desde além-Pirinéus, acompanhando D.Henrique.

Citações com reticências
Como se viu no exemplo acima, sempre que se omite parte do texto transcrito devem ser usadas reticências

Citações com interpolação
Sempre que é necessário intercalar ou acrescentar palavras para esclarecer o sentido da citação, essas palavras devem ser colocadas entre colchetes (parêntesis rectos).

Exemplo:

Certo é, assim, que as maiores trocas ocorreram sobretudo entre Portugal e Espanha, razão pela qual Veríssimo Serrão (in França, 1986, p. 8) afirma que “a evolução artística nos dois países percorreu um caminho secular confluente. [Por isso] Talvez não seja hoje possível examinar o Românico ou o Gótico português sem ter em conta a unidade artística ibérica na Idade Média, ou aprofundar o espírito de Nuno Gonçalves e de outros mestres primitivos sem considerar Bermejo ou Gallego”.

Citações com expressão sic (assim mesmo)

Quando é citada uma parte de um texto que contém incorrecções, deve colocar-se imediatamente a seguir à incorrecção, entre parêntesis ou colchetes, a expressão latina sic. Exemplo:

“O ex-presidente da república portuguesa, António Guterres [sic], foi re-eleito presidente da Internacional Socialista.” (Moreira, 2002, p. 33)

Citações com destaques
Quando pretendemos destacar algumas palavras ou trechos da citação para dar relevo a uma ideia, devemos sublinhá-las (com sublinhado ou utilizar o estilo carregado), mas indicando que somos os responsáveis pelo sublinhado utilizando uma das seguintes expressões entre parêntesis: “sublinhado do autor” ou “sublinhado nosso”. Exemplo:

De acordo com o mesmo autor (Santos, 1992, p. 51), “... o Estado português procede a uma aplicação selectiva da lei, legitimando, desse modo, a emergência de formas de fenómenos informais de regulação económica” (sublinhado do autor).

Citações em língua estrangeira
Sempre que se citam trabalhos em língua estrangeira deve traduzir-se para português o trecho citado e deve mencionar-se na introdução que as traduções são da autoria de quem redige o texto.

Para além disto, recomenda-se que seja transcrito o trecho em língua original podendo este trecho ser apresentado em nota (de rodapé, no fim de capítulo ou em secção de notas)

Em alternativa, sempre que se cita um trecho traduzido de línguas estrangeiras, deve referir-se, na sequência do trecho ou em nota de rodapé, que a tradução é da nossa responsabilidade. Exemplo:

De qualquer modo, toda a instituição de acolhimento de idosos, mas muito em particular as que oferecem residência permanente – as que conhecemos correntemente como Lares de idosos – devem ser constituidas, com condições de garantir serviços de terapia de diversas especialidades, a partir dos conhecimentos da gerontologia pois, como aponta o estudo de Choussat e Gille (1988, p. 10),

“à chegada à Instituição o idoso dependente é sempre um inválido físicamente e/ou psiquicamente.

A entrada para o Lar é um traumatismo que faz ampliar as deficiências: mobilidade reduzida ou mesmo impossível, confusão mental por vezes significativa, ou também problemas de visão ou de coordenação motora” (tradução nossa) 1.

Muito embora, hoje algumas condições socio-culturais tenham evoluido - refiro-me particularmente à situação na Europa - esta situação dos idosos que entram para um lar, pode ainda  ser verificada em larga escala e por diversas razões mas, em primeiro lugar, pelas próprias condições naturais do envelhecimento.

Diferença entre Bibliografia e Referência Bibliográfica
A Bibliografia é um conjunto organizado de referências bibliográficas de todos os documentos consultados para a elaboração de um trabalho, não tendo necessariamente de ser utilizados na redacção do trabalho.
A Referência Bibliográfica é a relação de documentos que foram efectivamente utilizados na redacção do trabalho.
Todos os documentos listados devem obrigatoriamente estar citados.
Com o objectivo de garantir uniformidade e maior facilidade na identificação das fontes consultadas, existem normas nacionais, internacionais e sectoriais para a elaboração de bibliografias.

Guia para a Elaboração de Bibliografias
[Segundo as Normas Portuguesas publicadas pelo Instituto Português da Qualidade (IPQ)]

A) Documentos impressos

1. Monografias

1.1. Totalidade da monografia

APELIDO, Nome – Título : complemento de título. Edição. Local de publicação : Editor, Ano de publicação. ISBN.

Exemplo:

DIJ, Teun A. van – Texto y contexto: semântica y pragmática del discurso. 2ª ed. Madrid : Cátedra, 1984. ISBN 84-376-0219-X.

1.2. Partes ou volumes de monografias

APELIDO, Nome - Título da parte ou do volume. In Título. Edição. Local de publicação : Editor, Ano de publicação. ISBN. Localização na monografia.

Exemplo:

TOLKIEN, J. R. R. - A irmandade do anel. In O senhor dos anéis. 13ª ed. Mem Martins : Europa-América, 2002. ISBN 972-1-04102-5. Vol. 1.

1.3. Contribuições em monografias (artigos, capítulos, etc.)

APELIDO, Nome - Título da contribuição. In Autor da monografia (Apelido, Nome) - Título da monografia. Edição. Local de publicação : Editor, Ano de publicação. ISBN. Localização na monografia.

Exemplo:

PEREIRA, Maria Helena da Rocha - O Jardim das Hespérides. In CENTENO, Yvette Kace, coord.; FREITAS, Lima de, coord. - A simbólica do espaço. 2ª ed. Lisboa : Editorial Estampa, 1991. ISBN 972-33-0781-2, p.17-28.

2. Publicações em série

2.1. Totalidade da publicação

Título: complemento de título. Responsabilidade. Edição. Numeração. Local da publicação : Editor, Ano. ISSN.

Exemplo:

Universitas: a German review of the arts and science. H. W. Bahr, ed. Quartely English language ed. Vol. 1, nº 1 (1946)- . Stuttgart : Verlags, (1946)- . ISSN 0341-0129.

2.2. Artigos de publicação em série

APELIDO, Nome – Título do artigo. Título da publicação. Local da publicação : Editor. ISSN. Numeração. Localização na publicação

Exemplo:

FIGUEIREDO, M. O. – Factores de estabilidade estrutural associados ao arranjo dos catiões nas estruturas dos compostos iónicos. Revista Portuguesa de Química. Lisboa : Faculdade de Engenharia. ISSN 0035-0419. Vol. 23, nº 4 (1981). p. 250-256.

3. Teses, dissertações e outras provas académicas

APELIDO, Primeiros nomes – Título: complemento do título. Local da publicação : Editor, Data. Descrição física

Exemplo:

ALMEIDA, Alexandre Monteiro – O pensamento pedagógico de Serras e Silva. Braga : Universidade do Minho, 2002. Tese de mestrado.

4. Actas de congressos

A ordem e os elementos da referência são os mesmos das monografias.

Exemplo:

CONGRESSO NACIONAL DE BIBLIOTECÁRIOS, ARQUIVISTAS E DOCUMENTALISTAS, 2, Coimbra, 1987 - A integração europeia: um desafio à informação: actas. Coimbra : Minerva, 1987.

5. Documentos legislativos e judiciais

A ordem dos elementos da referência é a mesma das monografias, partes ou volumes e contribuições em monografias, capítulos e páginas de monografias, publicações em série e artigos de publicações em série. Exemplo:

LEI nº 46/86 de 14 de Outubro. Diário da República. I Série. Nº 28 (86-10-14). p. 3432-3435.

DESPACHO conjunto nº 55/MEC/87. Diário da República. II Série. Nº 28 (87-08-03). p. 1402.

PORTARIA nº 111/89. Diário da República. I Série. Nº 298 (89-06-08). p. 6776-6780.

6. Normas

SIGLA e nº da norma. Ano, Área – Título: complemento de título. Local da publicação : Editor.

Exemplo:

NP 405-1. 1994, Informação e Documentação. Referências bibliográficas: documentos impressos. Lisboa : IPQ.

B) Documentos electrónicos (online)

1. Monografias electrónicas ou sítios Web

APELIDO, Nome – Título. [Tipo de suporte]. Edição. Local de publicação : Editor, Ano de publicação. Data de actualização ou revisão. [Data de consulta]. Disponibilidade e acesso. ISBN.

Exemplo:

CARROL, Lewis - Alice’s adventures in wonderland [Em linha]. Texinfo ed. Dortmund : WindSpiel, 1994. [Consult. 10 Fev. 1995]. Disponível na World Wide Web:

<http://www.germany.eu.net/books/carroll/alice.html>.

2. Contribuições em monografias electrónicas

APELIDO, Nome – Título da contribuição. In AUTOR (Nome, Apelido) – Título do documento original [Tipo de suporte]. Local de publicação : Editor, Ano de publicação. Data de actualização ou revisão. [Data de consulta]. Localização no documento original. Disponibilidade e acesso.

Exemplo:

DUNBAR, Brian – The 16 most frequently asked questions about Nasa. In The NASA Homepage [Em linha]. 1996. [Consult. 14 Ago. 1996]. Disponível na World Wide Web:

<http://www.nasa.gov/hqpao/Top10.html>.

3. Artigos de publicações periódicas

APELIDO, Nome – Título do artigo. Título da publicação em série [Tipo de suporte]. Volume, Número (Ano de publicação), páginas. Data de actualização ou revisão. [Data de consulta]. Disponibilidade e acesso. ISSN

Exemplo:

BARTON, M.; WALKER J. - Building a Business Plan for DSpace, MIT Libraries Digital Institutional Repository. Journal of Digital Information [Em linha]. Vol. 4, n.º 2 (2003). Actual. 28 Abr. 2003. [Consult. 2 Jul. 2003]. Disponível na World Wide Web: http://hdl.handle.net/1721.1/26700. ISSN: 1368-7506.

C) Material não-livro

1. Registos sonoros

APELIDO, Nome – Título [Designação geral da natureza do documento]. Edição. Local de edição : Nome do editor, f. data. Descrição física. Nº normalizado.
Exemplo:

CALCANHOTO, Adriana – Senhas [Registo sonoro]. [S. l.] : Columbia, f. [199-?]. 1 CD (c. 50m.). 2-464280.

2. Registos vídeo

APELIDO, Nome – Título [Designação geral da natureza do documento]. Edição. Local de edição : nome do editor, data. Descrição física. Nº normalizado.

Exemplo:

NAVARRO, Tino – A Selva [Registo vídeo]. Lisboa : Costa do Castelo Filmes, [2003]. 1 DVD (123 min.).
Nota: Por norma, tanto os filmes de ficção como de não ficção são o resultado de um trabalho de equipa que engloba a participação de realizadores, produtores, argumentistas, actores, directores, etc, contribuindo muitos deles em partes iguais para o produto final. Assim, por norma, um registo vídeo tem como cabeçalho o título e não o realizador, excepto quando este é reconhecidamente o elemento marcante de uma filmografia.

Bibliografia
NP 405 - 1. 1994, Informação e Documentação - Referências bibliográficas : documentos impressos. Lisboa : IPQ.

NP 405 - 2. 1998, Informação e Documentação - Referências Bibliográficas : parte 2: materiais não livro. IPQ.

NP 405 - 4. 2003, Informação e Documentação - Referências Bibliográficas : parte 4: documentos electrónicos.  Lisboa : IPQ.

ISO 690. 1987, Documentation - Références bibliographiques : contenu, forme et structure. [S. l.] : ISO.

ISO 690 - 2. 1997, Information and documentation - Bibliographic references : part 2: electronic documents or parts thereof. [S. l.] : ISO.

BANDEIRINHA, José António O. – Quinas vivas. Porto: Faup publicações, 1996. ISBN 972-9483-15-9.

Ó, Jorge Ramos do – Os anos de ferro : o dispositivo cultural durante a “política do espírito”. Lisboa : Estampa, 1999. ISBN 972-33-1492-4.

FERNANDES, José Manuel – Arquitectura Portuguesa : temas actuais II. Lisboa : Livros Cotovia, 2005. ISBN 972-795-127-9.

LINO, Raul – Casas Portuguesas. 10.ª ed. Lisboa : Livros Cotovia, 1992. ISBN 972-8028-25-3.

MARQUES, A. H. de Oliveira – História de Portugal. 10.ª ed. Lisboa : Palas editores, 1984. vol. 1., 2 e 3.

PORTAS, Nuno; MENDES, Manuel – Portogallo : architettura, gli ultimi venti anni. Milão : Electa, 1993. ISBN 88-435-3567-6.

Nota: A consulta deste guia não dispensa a consulta das Normas. Nestas pode encontrar mais informação e mais detalhada.



1) No original: “A son arrivée en instituition, le vieillard dépendent est toujours handicapé physiquement ou/et psychiquement.

L’entrée dans une instituition est un traumatisme qui fait s’amplifier les handicaps: mobilité réduite voire impossible, confusion mentale parfois importante, ou encore problèmes de vision ou de coordination motrice.”  (Choussat, Gille, 1988, p. 10)

 

 

Destaques

ECFF 2012


Síntese dos programas das unidades curriculares do Mestrado Integrado em Arquitectura e Urbanismo


Normas regulamentares do mestrado integrado em arquitectura e urbanismo



Exposição “Território e Cidades do Norte Atlântico Ibérico”, patente até 30 de Janeiro no Espaço Cultural Estação Viana Shopping.